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Decifrando idades luminescentes por meio da pedogênese: Vertissolos sob investigação no NWLDW 2025
Este trabalho, apresentado no NWLDW 2025, investiga as idades luminescentes de um Vertissolo da Bacia do Rio do Peixe (PB), integrando análises granulométricas, micromorfológicas e de intemperismo. Os resultados indicam que parte do material datado foi mobilizado internamente por processos pedogenéticos, como a pedoturbação, desafiando leituras estritamente deposicionais. A pesquisa reafirma a importância do solo como registro ativo da paisagem e destaca a relevância de abordagens pedogeomorfológicas em ambientes tropicais semiáridos.
Entender o risco para planejar melhor: uma nova forma de pensar os impactos climáticos em Salvador
O texto apresenta a metodologia das Cadeias de Impacto Climático, desenvolvida no Instituto de Geociências da UFBA, que combina dados quantitativos e escuta das comunidades para mapear riscos em Salvador. A pesquisa mostra como vulnerabilidades sociais e ausência de políticas públicas tornam os impactos das chuvas mais graves, e defende que planos de adaptação climática sejam construídos com participação direta dos moradores.
O solo como guardião da paisagem: o enigma das formações campestres no bioma Mata Atlântica
Este estudo investiga o Campo do Veludo, uma formação campestre isolada em meio à Mata Atlântica no sul de São Paulo. Integrando dados de solo, relevo e vegetação, a pesquisa revela que Espodossolos rasos, ácidos e mal drenados controlam a estrutura da paisagem e limitam o avanço da floresta, configurando um enclave biogeográfico de exceção. Os autores discutem também possíveis conexões com as formações de muçunungas, ampliando o debate sobre a diversidade de paisagens nos trópicos úmidos.
Formação de professores e PIBID em tempos de precarização: reflexões críticas e caminhos possíveis
Esta postagem analisa criticamente a formação de professores e o PIBID em tempos de precarização, a partir do livro Professor S/A e de produções associadas desenvolvidas no âmbito do Colapso/UFBA. Discute-se como as transformações recentes nas políticas públicas têm impactado negativamente a formação docente, ao mesmo tempo em que se destacam experiências e reflexões que apontam para resistências coletivas e caminhos alternativos. A publicação reúne contribuições sobre os efeitos da acumulação flexível na educação, articulando ensino, pesquisa e ação política no campo da Educação Geográfica.
Topossequências: o que estamos realmente estudando?
Este post apresenta uma revisão crítica do conceito de topossequência na ciência do solo. A partir de análise bibliométrica, o artigo distingue três abordagens principais: superfícies geomórficas, catena e topossequência. Além de propor critérios mais precisos para o uso de topossequência em estudos pedogeomorfológicos.
Chuva como agente de transformação dos solos do semiárido brasileiro
Estudo revela como a variação na precipitação altera a cor, estrutura e mineralogia dos Luvissolos no sertão nordestino, afetando sua fertilidade e potencial agrícola
Calendário de Reuniões COLAPSO – Maio a Julho de 2025
Entre maio e julho de 2025, o Grupo de Pesquisa COLAPSO – Natureza e Sociedade promove uma nova rodada de reuniões temáticas com foco nas múltiplas dimensões da Geografia Física. A programação reúne pesquisadores em diferentes etapas da formação acadêmica para discutir temas como evolução da paisagem, processos pedogenéticos, conexões ecológicas, riscos socioambientais e abordagens sensíveis ao território. As reuniões acontecem semanalmente, sempre às quintas-feiras, às 14h30, no Instituto de Geociências da UFBA, com transmissões pontuais para integrar participantes que estão fora de Salvador. A atividade é aberta ao público e busca fortalecer o diálogo interdisciplinar, a construção coletiva do conhecimento e a visibilidade das pesquisas em andamento no grupo.
Topossequência: um caminho entre o solo e a paisagem
Apresentamos três contribuições teóricas que discutem o papel das topossequências na análise integrada solo-relevo. A partir de diferentes abordagens metodológicas, os textos revisitam conceitos fundamentais da Geografia Física, com foco na compreensão dos solos como sistemas dinâmicos inseridos na paisagem. Um convite à reflexão sobre a articulação entre pedologia, geomorfologia e evolução da paisagem em ambientes tropicais.
Formação e Pesquisa: Produção Orientada no COLAPSO (2021–2025)
Este post apresenta os trabalhos acadêmicos concluídos sob orientação de Grace Bungenstab Alves no âmbito do grupo COLAPSO (UFBA) entre 2021 e 2025. A lista inclui teses, dissertações e TCCs com foco em temas como geografia física crítica, pedogeomorfologia, políticas públicas e justiça socioambiental.
Geodiversidade do Brasil: quantificação, distribuição e implicações para áreas de conservação
Foi publicado no periódico Geoheritage o artigo internacional The Geodiversity of Brazil: Quantification, Distribution, and Implications for Conservation Areas, resultado de uma colaboração entre pesquisadores de diferentes regiões do Brasil e Portugal. A publicação...










